Tudo tem o momento certo e a hora certa!

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Não leve tristeza no coração

Resista um pouco mais…

Livre-arbítrio ou destino?

 

Um amor não sobrevive de eternas promessas de que o amanhã nos reserva os melhores momento. Pelo contrário, ele se contenta e se alegra com pequenas demonstrações e palavras sinceras no dia a dia.

Um amor não deve se apegar ao conforto de um passado maravilhoso construído juntos.

O dia de hoje é o grande desafio para quem ama. E não devemos desperdiçar as oportunidades.

Hoje fazemos as coisas das quais nos arrependemos ou sentiremos orgulho e saudade. Ontem era preciso confirmar a expectativa de que uma pessoa especial poderia vir a ser algo mais.

Um encontro casual, na verdade, era o destino nos apresentando quem iríamos amar para sempre.

Mas nem sempre estamos preparados para esse encontro e, muitas vezes, questionamos a força do destino.

Acreditamos no nosso livre-arbítrio e nos sentimos no direito de errar muitas e muitas vezes.

Até chegar o momento em que já não temos a certeza de que escolhemos alguém ou fomos escolhidos.

Amanha será sempre o dia em que confiaremos ou não se nossos sonho de amor coincidem com a realidade que criamos.

As promessas  não contam. Apenas os gestos concretos garantem a sobrevivência de um amor.

As ilusões se perdem pelo caminho. E esse é o momento exato em que amadurecemos.

Restará a certeza de que fizemos o melhor de nossa vida. Amamos o quanto nos foi permitido amar.

Até vivermos o verdadeiro é definitivo amor, é dele virá a felicidade maior que podemos experimentar no tempo de uma vida.

 

Quando o relacionamento começa a acabar

Quando um casal rompe, muitas vezes ficamos chocados, procuramos entender o porquê de um término tão repentino. Mas o que não sabemos – ou sabemos, mas não paramos para analisar – é que um relacionamento começa a acabar muito antes do que se pensa. Ele vai, na maioria dos casos, acabando aos poucos.

São pequenas coisas, que às vezes parecem irrelevantes ou pouco significantes na hora, que vão “matando” a relação. Pequenas coisas, acumuladas, viram grandes coisas. Aí, inevitavelmente, basta “uma gota d’água para um copo cheio transbordar.”

Por isso que relacionamentos desgastados, mas que não terminam numa “grande” briga, são bem menos passíveis de serem reatados do que aqueles que são rompidos num momento de muita raiva. Porque a raiva passa. Já aquela relação que foi acabando aos poucos… bem, para esta, pouco ou nada sobra para ser resgatado.

Nesse sentido, eu insisto em falar das pequenas coisas. Essas, que fazem toda a diferença. Porque um relacionamento começa a acabar, no momento em que o “eu” passa a se sobrepor ao “nós”. A relação começa a morrer quando a paciência acaba por qualquer motivo, e dá lugar às brigas desnecessárias.

O relacionamento vai perdendo força na mesma proporção em que vai desaparecendo o respeito. O fim se aproxima quando aqueles cuidados, o carinho, a gentileza, a vontade de surpreender – tão presentes e marcantes na fase da conquista – são substituídos pela falta de companheirismo, pela desatenção, pela preguiça, pelo comodismo. O que acaba com uma relação não é uma briga, é o afastamento lento, porém gradual, do casal. São as discussões sem sentido, reiteradas.

A rotina começa a matar o relacionamento quando atividades que eram para ser prazerosas começam a ser feitas por obrigação – ou quando simplesmente desaparecem. Quando problemas pequenos tomam proporções descabidas e começam a parecer bem maiores que o amor em si. Quando o diálogo perde espaço para a indiferença, atenção: o fim está próximo.

Fiquemos atentos! O amor, sozinho, não sustenta uma relação, e sequer resiste ao egoísmo, ao descaso diário, ao desleixo, à frieza.

Portanto, defendo: não mate seu relacionamento aos poucos. Não deixe a convivência aplacar o entusiasmo; a intimidade destruir a paixão. Use o tempo e o maior conhecimento do outro a seu favor. Não despreze os pequenos gestos, pois são as pequenas atitudes que fazem toda a diferença. Não espere sua relação desmoronar (ainda que lentamente, ainda que não pareça uma avalanche!), para tentar reconstrui-la.

Lembre-se de que o relacionamento é feito do dia-a-dia, e não de grandes eventos. Dê mais atenção aos detalhes. O segredo da felicidade está na simplicidade! É minha pequena (e humilde) opinião.

O Amor na teoria e na prática

 

Normalmente, sentimos a tristeza pelo nosso fracasso e ainda acumulamos a decepção da outra pessoa.

Mesmo quando sentimos alívio pelo fim, lamentamos o tempo perdido em algo que nunca valeu a pena.

Mas as tentativas servem para ensinar. E precisamos alimentar sempre novas esperanças.

Quando deixamos o peso das lembranças para trás, podemos alçar voos cada vez mais altos. E quando digo lembranças, não são apenas aquelas que guardamos em caixas de sapatos.

Velhas cartas sempre falam do amor de um momento. Que nem sempre conseguimos preservar.

Aquela felicidade eternizada nas fotos é uma ilusão. Não conseguimos senti-la sem aquela pessoa.

As velhas canções de amor podem despertar velhos sentimentos, mas nunca recuperar emoções perdidas.

Mas nada impede que renovemos nosso amor. Fortaleçamos nossos sentimentos. Para isso servem os amores.

Exatamente por isso, o amor dispensa e supera todas as teorias.

Temos que aprender na prática.

Se alguém diz que sofreu por amor, achamos que é exagero.

Quando é com a gente, achamos que a morte é certa.

E não devemos nos iludir pensando que amar é como andar de bicicleta. Mesmo quando achamos que sabemos tudo, podemos cair novamente.

É preciso amar da mesma forma quem retribui nosso amor, quem não nos dá a mínima. quem pensamos que nos ama, até mesmo quem nunca vai nos amar.

Um dia você será amado como merece. Mas em todas essas ocasiões, estamos amando. E é isso o que realmente importa.

No amor nada é extato

Nosso maior engano é imaginar que as pessoas que mais amamos jamais nos farão sofrer.

Eventualmente, acontece. E, se não esperarmos o melhor delas, qual sentido de insistirmos nesse amor?

Se não aprendemos a perdoar os erros de quem amamos, como poderemos esperar perdão para nossos erros?

Uma história de amor pode sair ainda mais fortalecida quando percebemos que o sofrimento não é em vão.

E a mágoa não dói apenas para quem sente. Dói também em quem provoca. E os dois aprendem com isso.

Outro grande erro é pensar que quando nos envolvemos tudo tem a obrigação de ser perfeito o tempo todo.

Não é bem assim. Só o tempo nos mostrará que alguém pode ser muito especial, apesar de todos os seus defeitos.

Pode ter a grande virtude de aceitar e até se apaixonar pelas nossas imperfeições.

Sempre é possível e necessário ceder. Exigimos demais, reduzimos muito as possibilidades de sermos felizes no amor.

Harmonizando defeitos e qualidades, seremos capazes de construir uma linda história. Tão perfeita que não terá fim.

Talvez o nosso maior defeito seja essa tentativa de comparar os sentimentos. Como se o amor pudesse ser medido. Como se fosse possível usar os nossos pesos e as medidas alheias para chegarmos a um resultado exato.

Nada é exato no amor. Tudo aquilo que sobra é o que faz mal a relação, como o ciúme, a possessividade, a insegurança…

O que falta é confiança, a certeza de que queremos sempre o melhor para a nossa vida e que devemos buscar sempre a felicidade.

Não se engane. É possível que alguém tenha todos os defeitos. É provável que já tenha causado o nosso sofrimento muitas vezes. Mas é o amor que faz com que permaneçamos juntos.