O amor que há entre nós.

É tão bom quando finalmente somos capazes de perceber quem são as pessoas que realmente importantes na nossa vida. Isso acontece quando deixamos de nos importar com quem nunca valorizou quanto nos dedicamos e, sobretudo, quando encontramos alguém e sentimos que vale a pena investir todo o nosso amor em uma nova história.  Pode demorar um pouco, mas sempre é possível esquecer e superar os amores que simplesmente passam pela nossa vida. Pessoas que representam nossa felicidade por um tempo. Até que percebemos que, sem elas, podemos ser ainda mais felizes.  Cabe a nós descobrir quando é a hora de deixar de lado as promessas e exigir um amor que seja verdadeiro. Desistir dos amores que exigem de nós uma perfeição que sabemos que é humanamente impossível. Encontrar alguém que não queria um sentimento pronto, mas que aceite o desafio de construir esse amor ao nosso lado. Alguém que aceite nosso passado, com tudo o que ele tem de belo e com todos os erros que temos direito de cometer. Alguém que acredite tanto quanto nós em um futuro que pode ser lindo, se formos capazes de dedicar a ele um dia de cada vez…

Podemos acreditar que temos todo o tempo do mundo para desperdiçar com enganos. Podemos dedicar-nos ao prazer de viver amores que nunca duraram mais do que uma noite. Talvez continuemos sonhando com aquele amor que terminou antes de estarmos prontos para aceitar o fim. Ou, quem sabe, podemos esperar por um amor que existe apenas nos nossos melhores sonhos. O importante é que saibamos que há um amor para nós. Quando surgir, saibamos valorizá-lo. Quando começar, façamos com que não tenha fim…

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Tudo tem o momento certo e a hora certa!

Não leve tristeza no coração

Resista um pouco mais…

Livre-arbítrio ou destino?

 

Um amor não sobrevive de eternas promessas de que o amanhã nos reserva os melhores momento. Pelo contrário, ele se contenta e se alegra com pequenas demonstrações e palavras sinceras no dia a dia.

Um amor não deve se apegar ao conforto de um passado maravilhoso construído juntos.

O dia de hoje é o grande desafio para quem ama. E não devemos desperdiçar as oportunidades.

Hoje fazemos as coisas das quais nos arrependemos ou sentiremos orgulho e saudade. Ontem era preciso confirmar a expectativa de que uma pessoa especial poderia vir a ser algo mais.

Um encontro casual, na verdade, era o destino nos apresentando quem iríamos amar para sempre.

Mas nem sempre estamos preparados para esse encontro e, muitas vezes, questionamos a força do destino.

Acreditamos no nosso livre-arbítrio e nos sentimos no direito de errar muitas e muitas vezes.

Até chegar o momento em que já não temos a certeza de que escolhemos alguém ou fomos escolhidos.

Amanha será sempre o dia em que confiaremos ou não se nossos sonho de amor coincidem com a realidade que criamos.

As promessas  não contam. Apenas os gestos concretos garantem a sobrevivência de um amor.

As ilusões se perdem pelo caminho. E esse é o momento exato em que amadurecemos.

Restará a certeza de que fizemos o melhor de nossa vida. Amamos o quanto nos foi permitido amar.

Até vivermos o verdadeiro é definitivo amor, é dele virá a felicidade maior que podemos experimentar no tempo de uma vida.

 

Quando o relacionamento começa a acabar

Quando um casal rompe, muitas vezes ficamos chocados, procuramos entender o porquê de um término tão repentino. Mas o que não sabemos – ou sabemos, mas não paramos para analisar – é que um relacionamento começa a acabar muito antes do que se pensa. Ele vai, na maioria dos casos, acabando aos poucos.

São pequenas coisas, que às vezes parecem irrelevantes ou pouco significantes na hora, que vão “matando” a relação. Pequenas coisas, acumuladas, viram grandes coisas. Aí, inevitavelmente, basta “uma gota d’água para um copo cheio transbordar.”

Por isso que relacionamentos desgastados, mas que não terminam numa “grande” briga, são bem menos passíveis de serem reatados do que aqueles que são rompidos num momento de muita raiva. Porque a raiva passa. Já aquela relação que foi acabando aos poucos… bem, para esta, pouco ou nada sobra para ser resgatado.

Nesse sentido, eu insisto em falar das pequenas coisas. Essas, que fazem toda a diferença. Porque um relacionamento começa a acabar, no momento em que o “eu” passa a se sobrepor ao “nós”. A relação começa a morrer quando a paciência acaba por qualquer motivo, e dá lugar às brigas desnecessárias.

O relacionamento vai perdendo força na mesma proporção em que vai desaparecendo o respeito. O fim se aproxima quando aqueles cuidados, o carinho, a gentileza, a vontade de surpreender – tão presentes e marcantes na fase da conquista – são substituídos pela falta de companheirismo, pela desatenção, pela preguiça, pelo comodismo. O que acaba com uma relação não é uma briga, é o afastamento lento, porém gradual, do casal. São as discussões sem sentido, reiteradas.

A rotina começa a matar o relacionamento quando atividades que eram para ser prazerosas começam a ser feitas por obrigação – ou quando simplesmente desaparecem. Quando problemas pequenos tomam proporções descabidas e começam a parecer bem maiores que o amor em si. Quando o diálogo perde espaço para a indiferença, atenção: o fim está próximo.

Fiquemos atentos! O amor, sozinho, não sustenta uma relação, e sequer resiste ao egoísmo, ao descaso diário, ao desleixo, à frieza.

Portanto, defendo: não mate seu relacionamento aos poucos. Não deixe a convivência aplacar o entusiasmo; a intimidade destruir a paixão. Use o tempo e o maior conhecimento do outro a seu favor. Não despreze os pequenos gestos, pois são as pequenas atitudes que fazem toda a diferença. Não espere sua relação desmoronar (ainda que lentamente, ainda que não pareça uma avalanche!), para tentar reconstrui-la.

Lembre-se de que o relacionamento é feito do dia-a-dia, e não de grandes eventos. Dê mais atenção aos detalhes. O segredo da felicidade está na simplicidade! É minha pequena (e humilde) opinião.

O Amor na teoria e na prática

 

Normalmente, sentimos a tristeza pelo nosso fracasso e ainda acumulamos a decepção da outra pessoa.

Mesmo quando sentimos alívio pelo fim, lamentamos o tempo perdido em algo que nunca valeu a pena.

Mas as tentativas servem para ensinar. E precisamos alimentar sempre novas esperanças.

Quando deixamos o peso das lembranças para trás, podemos alçar voos cada vez mais altos. E quando digo lembranças, não são apenas aquelas que guardamos em caixas de sapatos.

Velhas cartas sempre falam do amor de um momento. Que nem sempre conseguimos preservar.

Aquela felicidade eternizada nas fotos é uma ilusão. Não conseguimos senti-la sem aquela pessoa.

As velhas canções de amor podem despertar velhos sentimentos, mas nunca recuperar emoções perdidas.

Mas nada impede que renovemos nosso amor. Fortaleçamos nossos sentimentos. Para isso servem os amores.

Exatamente por isso, o amor dispensa e supera todas as teorias.

Temos que aprender na prática.

Se alguém diz que sofreu por amor, achamos que é exagero.

Quando é com a gente, achamos que a morte é certa.

E não devemos nos iludir pensando que amar é como andar de bicicleta. Mesmo quando achamos que sabemos tudo, podemos cair novamente.

É preciso amar da mesma forma quem retribui nosso amor, quem não nos dá a mínima. quem pensamos que nos ama, até mesmo quem nunca vai nos amar.

Um dia você será amado como merece. Mas em todas essas ocasiões, estamos amando. E é isso o que realmente importa.